sexta-feira, 9 de março de 2012

Puzzle

FIND THE DAYS OF THE WEEK AND THE SEASONS OF THE YEAR

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Beatriz, 5º B

quinta-feira, 8 de março de 2012

Acróstico

Olhar para o mundo

Fazê-lo pensar.

Igualar um segundo

Com magia no ar.

Imagino o saber,

Na mão das pessoas

Ajudando a aprender.



Do Francês ao Inglês

Ainda há o Espanhol

Sem esquecer o Português.



Ler e aprender,

Imaginar e escrever

Nem todos o sabem fazer.

Guardar e procurar,

Utilizar e recortar

Aqui aprendemos a gostar de línguas

Sempre sem reclamar.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Caixa de papelão

Olá desde ontem que existo e já tenho utilidade.

Estam-me a por umas coisas ovais as quais eu chamo de povos e as pessoas normais de ovos.

Colocaram-me uns autocolantes a dizer frágil mais fita cola e lá fui eu dentro de um camaleão ou será um camião?

Bem não sei mas isso agora também não interessa.

Só sei que era escuro frio e muito desconfortável .

Ate que enfim, parei fui descarregada e desempacotada e não foi nada agradável é que tiraram-me a fita cola com tanta força que acho que vi pinhas.

Depois de tirarem os povos ou ovos como lhe queiram chamar fui para um armazém.

Não estava sozinho havia muitas como eu, mas…fez-se luz …ouviu-se uma voz.

Era uma menina pequenina que foi buscar uma caixa de papelão para brincar.

Foi a correr agarrou-me e lá vou eu já sou útil outra vez.

A menina utilizou-me muito ate ser uma senhora mas acabou por me mandar para a reciclagem.

Lá encontrei e fiz muitos amigos  que me conheceram como caixa de papelão e como capa de livro .

Ate a vista ou ate a próxima historia …

Maria,6ºC


O azulejo

Olá, sou um azulejo e como o próprio nome diz sou azul e também é essa a minha cor.

Fui criado numa fábrica muito alegre e todos os dias era de festa e todos os azulejos eram amigos.

Um dia o proprietário da fábrica o Senhor Fernando deu trabalho a um senhor, o Luís. Ele, todo contente, começou a trabalhar mas o Luís não tinha experiencia para trabalhar com azulejos e ainda por cima era muito desastrado. Partiu mais de 25 azulejos por dia sabendo que todos os dias só se fazem 100 azulejos.

O proprietário caiu nas mentiras dele que disse:

- Não fui eu, foi o senhor/senhora João, Carolina…. Que tem mais contacto com os azulejos.

O proprietário acabou por despedir quase metade da equipa por causa dele.

Bem eu por acaso fui um sortudo já que o meu melhor amigo foi despedaçado. Mas o senhor Fernando não entendeu isso. Então eu não ia ficar de braços cruzados apesar de não ter braços. Pensei num plano e tive a ajuda de alguns amigos.

Escrevemos uma carta e mandámos pelo correio, instalámos câmaras na fábrica e o senhor Fernando pensava que era uma televisão e, finalmente, viu que todos os que despediu, não tinham culpa.

Voltou a chamá-los e pediu desculpa. Foi assim a minha infância.

Agora estou pronto para me transformar noutra coisa. Estive 56 anos numa casa de banho e depois mais 35 anos numa cozinha de restaurante.
  
Mariana, 6º C

O meu primeiro dia de pânico


Num dia de Outono, tinha eu acabado de nascer de dentro de um casulo, e ainda era demasiado nova para ir à procura de comida, fora da colmeia. Os meus pais trabalham na fábrica de mel, eu arrumo a casa e vou brincar com as minhas amigas. Ao fazer a cama ouvi gritos lá fora, espreitei pela janela, vi a cara de um urso e voei até lá:


- Olá, como te chamas?_ perguntei.

- Zé colmeia. Quero comer mel! - respondeu.

- Não podes, nós produzimos mel para nos alimentar!

-Mas tenho fome! - afirmou.

- Os ursos não gostam de peixe? - perguntei.

- Sim, mas já não… - interrompeu um ruído estranho.

A floresta começou a arder, ouviu-se uma voz aguda:

- Por favor, não quero morrer!

 Colhi o malmequer, prendi-o nas patas e fugimos para a cidade. Mas o pobre Zé colmeia morreu a comer e a lamber as patas, deliciado com o mel. 
Rúben Costa, 6ºC






O segredo do avião Turbina

O avião Turbina vivia feliz, voava livre pelo céu do quarto. Mesmo que o céu do quarto fosse pequeno, ele vivia feliz.

 Num belo dia de primavera o Turbina ouviu o seu dono a dizer que tinha de levarbrinquedos para o sotão, e continuou a fazer os t p c na sua secretária.

 O Turbina ficou muito nervoso,porque não queria ir para o sotão,era tão escuro...

 Turbina foi falar com a boneca de porcelana.Era a boneca mais sábia do quarto.Turbina contou à boneca a sua história sem lhe contar o segredo.Ela disse para o Turbina contar aos outros brinquedos o que o estava a atormentar.O Turbina ainda teve algumas dúvidas quanto à ideia da boneca de porcelana,mas no fim acabou por aceitar a tal ideia.À noite, quando estavam todos junto ao radiador para se aquecerem o Turbina aterrou lá e contou o segredo. Sentiu-se muito aliviado, mas os outros brinquedos ficaram muito preocupado


O avião Turbina tentou aliviá-los dizendo que podiam acender o velho candeeiro para não ficar muito escuro,podiam brincar,jogar com os jogos que lá estavam.
Também disse que quando não quisessem brincar ou jogar que tinham lá a velha televisão.
 Todos ficaram mais aliviados,mas ainda ficaram um pouco preocupados.
 Chegou o dia da arrumação e todos estavam muito quietos. No quarto só se ouviam as moscas. O dono olhou para todos os brinquedos e não se conseguia separar de nenhum. Lembrou-se então: ”se arrumasse o sótão talvez se podesse mudar para lá.
 Ficou tudo tratado, os brinquedos e o dono mudaram-se todos para o sotão, ficaram felizes e tudo acabou bem.

Pedro, 6ºC


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Uma escola que mete água

Olá, eu sou o Risquinhas. Sou um peixe, um peixe-palhaço e já sou um bocado velho. Como não vou estar aqui a contar a minha vida aborrecida de agora, vou contar a minha vida de antes, cheia de aventura.

A história que vos vou contar chama-se:”Uma escola que mete água”.

Esta história começa quando entrei para uma escola nova, ia para o 4º ano.

Nesse dia disse para mim: «Bem cá está, nova escola, nova vida».

Os anos passaram e quando dei por mim já estava no 7º ano.Por essa altura já estava farto do Zé Choques, ele era uma alforreca, e o rufia da escola, era um chato mas os meus amigos ajudavam-me a ultrapassar as minhas dificuldades, eram os meus melhores amigos, chamavam-se Joca Tintas e João Assustadiço. Vou dizer-vos que tipo de peixes são: o Joca é um polvo e o João é um peixe-balão-espinhoso.
Todos nos gozavam, a mim por ser peixe-palhaço e aos meus amigos por serem meus amigos. Sentiamo-nos mal, mas tínhamos de viver com isso.
O Zé Choques tinha uma namorada, não sei que tipo de peixe era, mas isso não interessa, o nome dela era Bela, uma peixinha muito bonita e
esperta…Eh, já agora, a escola que eu frequentava ficava perto de uma cascata: acho que os humanos lhe chamam”Cataratas do Niágara” ou algo parecido, o que interessa é que a escola ficava perto de uma cascata e”Ponto final”.
Mas bem, regressando à história…
Um dia, depois da aula de ginástica-peixe, o Zé Choques não me deixou sair e começou a dar-me choques, claro que não gostei mas não pude fazer nada. A certa altura, o Zé empurrou-me contra o botão de pânico e fomos todos injectados para fora da sala, o Zé conseguiu escapar mas a sua namorada e eu não conseguimos, eu ia-me safando, mas tive de voltar atrás para salvar a Bela (não a consegui deixar para trás). Quase que morríamos os dois, mas conseguimos safar-nos.
Depois disso, a Bela acabou com o Zé e deu-me um beijo na bochecha e exclamou:
 -Esta escola mete mesmo água!

Pedro, 6º C